
Desenvolver a coordenação motora fina vai muito além de aprender a segurar um lápis. A neurociência explica que o movimento de pinça — o uso coordenado do polegar e do indicador — ativa áreas específicas do córtex motor primário, essenciais para a autonomia e o planejamento motor.
O jogo Joaninha Colorida utiliza o pareamento de cores e o uso de ferramentas (como pinças ou prendedores) para fortalecer esses músculos intrínsecos da mão e estimular o refinamento visual.
O que dá para trabalhar?
- Controle Motor Fino: Fortalecimento da musculatura para a escrita e atividades de vida diária.
- Percepção Visual e Discriminação de Cores: Identificação e pareamento entre o modelo da joaninha e os pompons.
- Funções Executivas: Planejamento, atenção sustentada e memória operacional ao seguir as sequências de cores.
Como trabalhar? 3 Exemplos Práticos
1. Em Sala de Aula (Foco em Inclusão e Grupo) Use as joaninhas como uma estação de trabalho estruturado. O professor pode ditar uma sequência (ex: “duas bolinhas amarelas e uma azul”) para trabalhar a consciência fonológica e numérica junto com o movimento de pinça, garantindo que o aluno neurodivergente participe da atividade com suporte visual claro.
2. Em Casa (Foco em Autonomia e Rotina) A família pode integrar o jogo antes de tarefas de autocuidado que exijam botões ou zíperes. Ao usar prendedores de roupa para colocar os pompons na joaninha, a criança treina a força necessária para se vestir sozinha, transformando a terapia em uma brincadeira leve no tapete.
3. Na Terapia (Foco em Reabilitação e Precisão) O terapeuta pode utilizar a pinça de precisão (verde) para aumentar o desafio proprioceptivo. Ao pedir que a criança preencha as lacunas brancas da joaninha seguindo o cartão modelo, trabalha-se o rastreio visual e a coordenação oculo-manual, fundamentais para a regulação motora.
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